SUBLIME
Com você em meus braços
Já experimento a saudade,
Desconverso, disfarço,
Mas não controlo a ansiedade.
Com a minha boca na sua
E seus cabelos em minhas mãos,
Mesmo tendo você toda nua
Sou poço de sofreguidão.
Com o meu corpo no seu
No momento mais sublime,
Encontro o apogeu,
Morro de amor, sagrado crime.
A toco enquanto dorme,
A beijo enquanto suspira,
Me faço o seu homem
E a faço a minha menina.
Eduardo de Paula Barreto