RAZÃO COMO PRUMO  

 
Não é contrário à razão
Agir movido pela emoção
Para produzir alegria
Se o bem é o meu intento
Com o coração penso
E assim aplico a sabedoria.
 
A razão não nutre a maldade
Não gera desigualdades
Nem causa sofrimento
Quem pensa o contrário
É apenas autoritário
E age sem discernimento.
 
A razão habita os corações sensíveis
Que estão sempre disponíveis
Para seja lá quem for
É prumo para pedreiro
Régua para engenheiro
E é o exercício do amor.
 
Eduardo de Paula Barreto
06/08/2009