QUE NOJO!
Nenhum
namoro persiste
Diante
de hábitos nojentos
Mesmo
quando amor existe
E
o casal é do tipo que insiste
Em
superar os contratempos.
É
tão bom massagear
Os
delicados pés
Da
pessoa que quero agradar
Mas
fica difícil relaxar
Quando
ela está com chulé.
Acariciar
seus cabelos
Me
leva a um conto de fadas
Mas
me vejo num pesadelo
Quando
entre os meus dedos
Vejo
um monte de caspa.
De
manhã antes de ela sair
E
pegar a maquiagem no estojo
Prefiro
fingir que estou a dormir
Porque
remelas nos olhos a cair
Me
dão um tremendo nojo.
Vou
parar estou quase vomitando
Pois
lembrei-me da noite passada
Quando
eu a estava beijando
E
ao engolir algo que ela estava mascando
Descobri
que ela estava gripada.
Eduardo
de Paula Barreto
30/04/2009