PRATO, COPO E RELIGIÃO 

 
Meu corpo pede por alimento
Para não sentir-se fraco
Preciso ser nutrido por dentro
Ter força, disposição e contentamento
Mas não dou importância ao prato.
 
Meu corpo pede por água
Para nutrir tendões e ossos
Assim caminho minha jornada
Com coragem sem medo de nada
Mas não dou importância ao copo.
 
Meu corpo pede por espiritualidade
Para sentir-se parte de outras dimensões
Assim cultivo a vida na eternidade
Plantando boas sementes na mortalidade
Mas não dou importância às religiões.
 
Eduardo de Paula Barreto
13/04/2009