MÃO
E PULSO
Havia
nuvens cobrindo minha visão
Assim
era difícil decidir
Então
tentei ver com o coração
E
me deixando levar pela emoção
Pude
escolher o caminho a seguir.
A
emoção serviu-me de guia
Para
afastar a escuridão
Mas
nos demais dias
Ao
ver que as nuvens partiam
Passei
a guiar-me pela razão.
Pois
a razão é o primeiro recurso
A
ser empregado na jornada
Ela
é a mão e a emoção é o pulso
Com
o qual decido o percurso
Que
imporei às rédeas esticadas.
Mas
se me faltar coragem
Para
tomar os animais e dominá-los
Seguirei
em minha viagem
Acomodado
sobre a carruagem
Sendo
conduzido pelos cavalos.
Eduardo
de Paula Barreto
11/04/2009