LUA SOBERANA
 
Barcos dormem no porto
E o mar para dar conforto
Os balança suavemente
Os peixes procuram a Lua
Que para eles se insinua
Detrás das nuvens transparentes.
 
A aves se recolhem
E são poucos os homens
Que saem para caminhar
Pisando com cuidado
Não querem cometer o pecado
De tais aves acordar.
 
A Lua orgulhosa e soberana
Inspira o casal que se ama
Dentro de uma embarcação
Enquanto o Astro da claridade
Chora de tanta curiosidade
Por não conhecer a escuridão.
 
Eduardo de Paula Barreto
24/01/2012