ILUSÃO
Sou prisioneiro de mim,
Estico os braços, mas não posso voar.
Isso é tão ruim,
Os pardais parecem me humilhar.
O limite de minha visão
Me inibe tal qual corrente,
Por isso não vejo com precisão
O que se coloca à minha frente.
O peso do meu corpo
Me mantém fixado ao chão,
É portanto um estorvo
Me impedindo de explorar outra dimensão.
Mas me liberto quando quero,
Vôo, vou longe em qualquer direção,
Desprendido do corpo me entrego
Ao ilimitável mundo da ilusão.
ILUSÃO
Sou prisioneiro de mim,
Estico os braços, mas não posso voar.
Isto é tão ruim,
Os pardais parecem me humilhar.
O limite de minha visão
Me inibe tal corrente,
Por isso não vejo com precisão
O que se coloca à minha frente.
O peso do meu corpo
Me mantém fixado ao chão,
É portanto um estorvo
Me impedindo de explorar outra dimensão.
Mas me liberto quando quero,
Vôo, vou longe em qualquer direção,
Desprendido do corpo me entrego
Ao ilimitável mundo da ilusão.