ILUSÃO

 

 

Sou prisioneiro de mim,

Estico os braços, mas não posso voar.

Isso é tão ruim,

Os pardais parecem me humilhar.

 

O limite de minha visão

Me inibe tal qual corrente,

Por isso não vejo com precisão

O que se coloca à minha frente.

 

O peso do meu corpo

Me mantém fixado ao chão,

É portanto um estorvo

Me impedindo de explorar outra dimensão.

 

Mas me liberto quando quero,

Vôo, vou longe em qualquer direção,

Desprendido do corpo me entrego

Ao ilimitável mundo da ilusão.

 

Eduardo de Paula Barreto

 

 

 

 

 

ILUSÃO

 

 

Sou prisioneiro de mim,

Estico os braços, mas não posso voar.

Isto é tão ruim,

Os pardais parecem me humilhar.

 

O limite de minha visão

Me inibe tal corrente,

Por isso não vejo com precisão

O que se coloca à minha frente.

 

O peso do meu corpo

Me mantém fixado ao chão,

É portanto um estorvo

Me impedindo de explorar outra dimensão.

 

Mas me liberto quando quero,

Vôo, vou longe em qualquer direção,

Desprendido do corpo me entrego

Ao ilimitável mundo da ilusão.

 

Eduardo de Paula Barreto