DOR
DE ARTISTA
O
alimento que nutre o artista
É
o desejo de provocar emoção
Fazendo
brilhar como ametista
A
lacrimejada vista
Daquele
que vê sua expressão.
Seja
uma tela pintada
Uma
obra de artesão
Uma
poesia declamada
Uma
tragédia encenada
Ou
palhaçada de anão.
O
artista sente alegria
Quando
muda a feição
Daquele
que se extasia
Diante
da fantasia
Que
vem da sua imaginação.
No
palco o artista ri
Um
sorriso de ilusão
Mas
basta a platéia sair
Para
ele voltar a sentir
As
dores de seu coração.
Eduardo
de Paula Barreto
10/06/09