CIRCO FUTURISTA
 08/02/2008

 
No globo da morte o homem
Com habilidade faz girar o seu corpo
Sobre uma moto enorme
E quando o combustível se consome
Ele vê que não foi além do globo.
 
Os limites da mortalidade
Que nos mantêm nesta Terra
Nos oferecem a liberdade
Para descobrirmos a verdade
E assim nos libertarmos da esfera.
 
Pois a vida é um circo futurista 
Sem lonas e sem camarins
E nele somos os palhaços, artistas
Acrobatas, domadores, malabaristas
E o nosso espetáculo nunca tem fim.
 
Eduardo de Paula Barreto