Casa Branca com Jaú
07/01/2004
Fico aqui sentado procurando o que fazer
Pego a minha caneta e começo a escrever
Surgem palavras que parecem vir de cima
E com alguma sorte consigo botar uma rima.
Ficam interessantes, pensamentos, fantasias
Agora que os escrevo se transformam em
poesias.
Tenho urgência em anotá-los todos agora
Pois se me descuido um pouco, rapidinho vão
embora.
Temas variados frutos do meu pensamento
Que me procuram em cada singular momento.
Há horas em que a caneta insiste em falar de
amor
Em outras lembra guerras, sofrimento e dor.
Não importa o que eu escreva o que importa
é permitir
Que a minha mente sempre possa usar a
caneta para se exprimir.
Não interessa onde seja, dentro de casa ou
ao céu azul
Pode ser até aqui mesmo na Casa Branca com
Jaú.
Eduardo de Paula Barreto