ALIMENTOS
ARTIFICIAIS
A
espiritualidade e a contemplação
Têm
sido assombradas sem compaixão
Pela
cobiça sem limites
O
homem tem se distanciado
Do
mais importante legado
Que
no seu interior existe.
O
ser humano é fruto da terra
E
como tal dele se espera
Caminhar
descalço sobre a grama
Para
que o avanço da tecnologia
E
a superficialidade em demasia
Não
o tornem menos humano.
Antes
que nos transformemos em máquinas
Com
o coração feito de matérias plásticas
Nos
voltemos para os dons espirituais
E
só assim preservaremos o homem
Pois
ninguém conseguirá matar a fome
Comendo
apenas alimentos artificiais.
Eduardo
de Paula Barreto
28/08/09