AGIR

 

 

Somos os nossos maiores inimigos,

Os quais estão sempre a construir

Barreiras como muros infinitos

Que nos isolam e tentam nos destruir.

 

Somos como grandes espelhos

Que refletem a luz a eles dirigida,

Recebemos e projetamos conselhos

Os quais alegram ou criam almas sofridas.

 

Tentamos decifrar os enigmas

Que existem exteriormente,

Mas somos sempre vítimas

Dos segredos que guardamos na mente.

 

Se formos errar

Que erremos por termos agido

E assim poderemos sempre nos lembrar

Que não pecamos por termos nos omitido.

 

Eduardo de Paula Barreto