AGIR
Somos os nossos maiores inimigos,
Os quais estão sempre a construir
Barreiras como muros infinitos
Que nos isolam e tentam nos destruir.
Somos como grandes espelhos
Que refletem a luz a eles dirigida,
Recebemos e projetamos conselhos
Os quais alegram ou criam almas sofridas.
Tentamos decifrar os enigmas
Que existem exteriormente,
Mas somos sempre vítimas
Dos segredos que guardamos na mente.
Se formos errar
Que erremos por termos agido
E assim poderemos sempre nos lembrar
Que não pecamos por termos nos omitido.